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Certificado de proficiência em inglês tem validade vitalícia

Quer entender suas chances de imigrar para Australia?

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Por trás de cada processo migratório existe uma história, um objetivo e muitas decisões importantes.  Na Good Day, a gente entende que imigração não é um formulário, é um projeto de vida.  Por isso, cada caso é analisado com atenção, estratégia e responsabilidade.
Sem promessas vazias.
Sem caminhos genéricos.  Se você quer entender qual é o seu caminho, fale com a Good Day.  📍 Cada história é única. A sua também.  🇦🇺  Behind every migration process, there’s a story, a goal, and important decisions to make.  At Good Day, we understand that migration is not just paperwork. It’s a life project.  That’s why every case is carefully analyzed, with strategy and responsibility.
No false promises.
No generic solutions.  If you want to understand your path, talk to Good Day.  📍 Every story is unique. Yours too.
O passaporte australiano está entre os mais fortes do mundo.
Mas o verdadeiro valor não está apenas em viajar sem visto.  Ele representa:
✔️ Mobilidade internacional real
✔️ Estabilidade e segurança para o futuro
✔️ Mais possibilidades profissionais
✔️ Qualidade de vida que se vive, não se promete  Por isso, a Austrália vai muito além da ideia de intercâmbio.
Ela é um projeto de médio e longo prazo.  Curso, cidade, tipo de visto:
cada escolha feita agora impacta diretamente as oportunidades que você terá depois.  Migrar não é sorte.
É decisão bem planejada.  Se você quer enxergar o cenário completo antes de dar o próximo passo, a Good Day te ajuda a transformar intenção em estratégia.  Migrar começa com planejamento.  🇦🇺  The Australian passport is one of the strongest in the world.
But its true value goes far beyond visa-free travel.  It represents global mobility, stability, career growth, and a lifestyle you can truly experience.  That’s why Australia shouldn’t be seen as just an exchange destination.
It’s a medium to long-term life project.  Every choice you make today — course, city, visa — shapes your future opportunities.  Migration is not luck.
It’s planning.  If you’re looking for clarity before your next move, Good Day is here to guide you.
Receber uma recusa de visto australiano é frustrante.
Mas, na maioria das vezes, ela não acontece por acaso e nem precisa ser definitiva.  O que realmente faz diferença é entender:
✔️ Por que o visto foi recusado
✔️ Se existe possibilidade real de reaplicação
✔️ Qual estratégia faz mais sentido a partir de agora  Na imigração australiana, detalhes mudam tudo.
Documentos, histórico, tipo de visto e timing precisam conversar entre si.  Por isso, antes de tentar novamente, o passo mais importante é uma análise técnica e estratégica do seu cenário.  📍 A Good Day é especialista em leitura de cenário migratório e pode te ajudar a enxergar suas opções com clareza e segurança.  🇦🇺  Having an Australian visa refused is frustrating.
But in many cases, it’s not the end, it’s a signal that something needs to be adjusted.  What truly matters is understanding:
✔️ Why the visa was refused
✔️ Whether reapplying is realistically possible
✔️ Which strategy makes sense moving forward  In Australian migration, details matter.
That’s why professional and strategic guidance before reapplying makes all the difference.  📍 Good Day is here to help you clearly understand your options.
If you’re already in Australia and thinking about migration, here’s the key point: it’s not about trying multiple times. It’s about understanding your situation before taking action.  Profile, timing, and strategy make all the difference.
When these align, decisions become clearer and real chances increase.  Before investing more time or money, find out: 
👉 whether your profile is eligible
👉 which pathway makes sense now
👉 and what can realistically be improved  📍 Good Day provides professional guidance with clarity. Talk to us.
If you’re already in Australia, this matters:
migration isn’t about trying harder, it’s about having the right profile and strategy.  Before spending more time or money, make sure you understand:
👉 If your profile is eligible
👉 Which visa fits your situation
👉 What actually increases your chances  📍 Good Day offers clear, professional guidance. Talk to us.

Os profissionais que investem em intercâmbio, muitas vezes, optam por cursos de proficiência de inglês. As certificações servem como garantia de domínio do idioma em universidades e, muitas vezes, em oportunidades de emprego.

Entre os cursos mais populares está o Cambridge. Com validade vitalícia, o teste avalia os estudantes em quatro seções:

*Leitura e Uso do inglês

*Escrita

*Entendimento/Escuta

*Conversação

As aulas, normalmente, são oferecidas em pacotes de 12 semanas – podendo variar de acordo com a data do exame oficial.

Segundo Mark Whitehead, professor de Cambridge na escola Discover English, “o curso inicia-se com uma seção de orientação onde cada aluno tem seu o nível avaliado com uma prova”. A partir desse momento, acontecem recomendações e conversas individuais. “Nós oferecemos FCE e CAE“, conta. “Se conseguirmos alunos suficientes para aulas CPE, nós as oferecemos também”, completa.

Alunos do FCE estão, provavelmente, entre os níveis intermediate e upper-intermediate. De acordo com Mark, “ao fim do curso, o estudante estará no advanced, pois o programa de testes é progressivo”. A Discover utiliza material oficial em todas as classes. Para o professor, que leciona o curso há 20 anos, “o fator que determina se um aluno passará, ou não, é a quantidade de trabalho que ele executa durante as 12 semanas”. Segundo a brasileira Beatriz Teixeira, 24, a afirmação se confirma e a escola fez um grande diferencial em seu inglês. “O Cambridge me ajudou a melhorar bastante”, conta. “Tinha dificuldade em me expressar e, hoje, com certeza me comunico melhor”, completa.

Os alunos precisam de notas acima de 60% para alcançarem resultado satisfatório, a escola, porém, foca em porcentagens maiores. “Nós trabalhamos para que os estudantes atinjam, no mínimo, 70% em todas as divisões”, explica Mark. As aulas cobrem, diariamente, cada seção. São pelo menos duas redações por semana equivalentes às do exame real.

Ao final da quinta semana, quando o curso chega na metade, acontece uma rodada completa de simulados – fase, essa, onde os professores avaliam e estimam a probabilidade de aprovação de cada aluno. “Caso não alcance 60% em cada modalidade, o estudante ainda tem 6 semanas para treinar ou mudar sua prática de trabalho, se esforçando em áreas em que é particularmente defasado”, conta. Ao contrário do IELTS, a prova do Cambridge possibilita a aprovação do aluno mesmo que esse tenha um resultado insatisfatório em uma das seções. “Eu gosto de dizer às pessoas que, caso você não alcance 60% em todas as divisões, deve ser muito forte em outras e compensar a diferença”, afirma Mark.

As últimas 2 semanas de curso são intensivas. Todo dia é dia de exame. “Nós, literalmente, fazemos as 4 horas de prova sob as mesmas condições do Cambridge para que, no fim, os alunos façam o teste de forma automática, sem muito estresse”, comenta. “Eu acredito que, se a mesma técnica e o mesmo ambiente são repetidos diversas vezes, no momento em que tudo realmente importa, a sensação não é nova, não é assustadora e os alunos tendem a ter um melhor desempenho”, explica.

Recentemente, o Cambridge começou a ser aceito como teste de proficiência para a imigração, o que deixou a prova mais parecida com o IELTS. “Para mim, a grande diferença entre ambos é que, no Cambridge, dificilmente o estudante elevará sua pontuação sozinho, pois as aulas são baseadas em feedback constante”, explica Mark. “É por isso que nossas classes são pequenas, é mais fácil de avaliar grupos menores”, completa.

De acordo com o professor, uma dificuldade comum entre diferentes culturas é o teste escrito. “Escrever é a habilidade em que o progresso é o mais lento”, afirma. Para auxiliar os estudantes, a Discover destaca os erros em cada redação, mas não os corrige. “Quando você conserta os seus próprios erros, aprende duas vezes”, ri Mark. Beatriz aproveitou a oportunidade e, terminado o FCE, sente-se confortável com seus textos. “Me sinto confiante ao escrever, pois pratiquei e melhorei muito as minhas dissertações, relatórios e cartas”, comenta.

Alguns estudantes, porém, “empacam” justamente pela maneira em que desenvolveram seus métodos de aprendizado em seus países de origem. “Parte do nosso papel é quebrar os grilhões dessas pessoas e ensiná-los a estudar de maneira eficiente”, explica Mark.

A parte de conversação, por outro lado, é intimamente ligada com a personalidade de cada participante. “Nós focamos mais em culturas que não se expõem com frequência, onde os alunos são mais tímidos”, explica o professor. “No caso de brasileiros e outros sul-americanos, nós damos ênfase em vocabulário e gramática, que requerem bastante trabalho”, completa. “Eu, por exemplo, que falava de modo informal, hoje, uso o idioma de forma mais sofisticada”, conta Beatriz. Formada em letras, a paulistana dava aula para crianças no Brasil e estuda na Austrália para alcançar seu sonho. “Sempre quis trabalhar em escola bilingue e, para exercer bem a profissão, sonho em conquistar a certificação CPE (a mais alta do Cambridge)”, afirma.

Entre as dicas do professor para quem fará a prova estão: não escreva nada em seu idioma durante as 12 semanas e fale apenas em inglês. “Quando possível, nós formamos pares de culturas diferentes durante o curso”, conta. “Como temos uma relação estreita com Cambridge, podemos sugerir o par de nossos estudantes para a prova, mas não é garantido que seremos atendidos”, afirma. “Então, assim que descobrimos com quem o estudante fará a prova, nós damos um jeito de deixá-los em contato até o fim do curso”, completa.

Às vezes, alunos de escolas diferentes são pareados. “Nós entramos em contato com o outro colégio e trabalhamos para que eles pratiquem juntos”, comenta Mark. “Nossa ideia é que, ao fim do curso, não importe com quem você fala, você fará um bom trabalho – pois, caso um estudante falte ao exame, a ordem mudará automaticamente”, completa.

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