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Curso de English for Academic Purposes na Austrália: Prepare-se para o Ensino Superior

Quer entender suas chances de imigrar para Australia?

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If you’re already in Australia, this matters:
migration isn’t about trying harder, it’s about having the right profile and strategy.  Before spending more time or money, make sure you understand:
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Welcome, Samara!  Ela veio do Maranhão para estudar inglês na ILSC, em Sydney!  No Brasil, Samara atuava como supervisora comercial e decidiu fazer o intercâmbio para obter novas oportunidades profissionais, além de aprimorar suas habilidades na língua inglesa em um pais multicultural.  O intercâmbio na Austrália também será uma ótima oportunidade para que ela explore novas experiencias e cresça ainda mais o seu networking!  Desejamos muito sucesso e conte com a gente!  🇦🇺  Welcome, Samara!  She came from Maranhão to study English at @ilscsydney!  In Brazil, Samara worked as a sales supervisor and decided to do an exchange program to gain new professional opportunities, as well as improve her English language skills in a multicultural country.  The exchange program in Australia will also be a great opportunity for her to explore new experiences and further expand her network!  We wish her much success and count on us!  #Welcome #Australia #StudyAbroad #GoodDay
Muita gente pensa que o processo de residência é só “fazer um curso e esperar”.  Na prática, quatro fatores mudam tudo: inglês, demanda real da sua área, região onde você vive e sua experiência profissional na Austrália.  Quando você combina esses elementos com estratégia, o caminho até o PR fica muito mais claro (e muito mais rápido).  Quer entender qual é a melhor rota pro seu caso? A gente te ajuda.  🇦🇺  Many people think the PR process is just “study and wait”.  In reality, four factors change everything: English level, actual demand for your occupation, the region you choose, and your Australian work experience.  When you combine these with the right strategy, your pathway to PR becomes clearer (and faster).  Want to understand the best route for your case? We’re here to help.
Bem-vindo à Austrália! 🇦🇺  É com muita alegria que damos as boas-vindas ao Leonardo!  Vindo do Rio de Janeiro, o Leonardo escolheu a Kaplan para cursar o Graduate Diploma of IT na Gold Coast.  Formado em Sistemas de Informação pela Universidade Federal Fluminense, ele decidiu dar esse passo para conquistar uma visão mais ampla e internacional da área de IT, além de ampliar suas oportunidades no mercado de trabalho global. 💻🌍  Ah, e um detalhe especial: o Leonardo é irmão do Igor Tramont, nosso cliente querido 💙  Desejamos muito sucesso nessa nova fase. Que seja repleta de aprendizado, conquistas e experiências incríveis!  🇦🇺  Welcome to Australia!  We’re excited to welcome Leonardo to this new journey!  Coming from Rio de Janeiro, Brazil, Leonardo chose Kaplan to study the Graduate Diploma of IT on the beautiful Gold Coast.  He holds a degree in Information Systems from Universidade Federal Fluminense and decided to pursue this course to gain a broader, international perspective in the IT field, as well as to boost his career opportunities in the global job market. 💻🌎  Fun fact: Leonardo is also the brother of Igor Tramont, one of our valued clients 💙  Wishing you an amazing experience and lots of success in this new chapter!  #Australia #StudyingAbroad #GoldCoast #GoodDay

O número de brasileiros interessados em cursos de nível superior cresce diariamente. Mesmo entendendo o idioma, frequentar o ambiente acadêmico não é tarefa fácil. Para se adaptar à cultura de ensino australiana, muitos estudantes investem em aulas de English for Academic Purposes (EAP).

A Coordenadora de EAP 2 da Escola ELSIS, Alberta Noden, explica. “Estudar em outro país é sempre diferente. Com o curso, os alunos adquirem o conhecimento e as técnicas acadêmicas da melhor forma possível”. Uma grande diferença entre os métodos educacionais australiano e brasileiro é a quantidade de atividades. “Nosso papel é dar informação ao aluno e dizer ‘olha, é isso que você vai encontrar na Universidade’. Assim, ele pode se preparar melhor”, comenta Noden.

Para a estudante Sofia Lima, é grande a diferença de ensino. “No Brasil, o método aplicado nas faculdades é bem diferente do australiano. Aqui é preciso entender como desenvolver e formatar os trabalhos e apresentações”, comenta a brasileira. “Aqui, muitas vezes, você é avaliado pelas atividades e não através de provas. Além disso, aprender a escrever sobre um tema em inglês é um desafio”, conclui Sofia.

O EAP, basicamente, é dividido em doze semanas e um total de oito trabalhos durante o período do curso. Além disso, existem quatro atividades onde a aprovação é essencial para receber o certificado – duas dissertações e duas apresentações. De acordo com a Noden, “as aulas também são muito interativas” dando possibilidade aos alunos de participarem de “discussões e debates onde, muitas vezes, o tópico é escolhido pelos próprios estudantes”.

Professores, escritores e outros convidados visitam as universidades e dão palestras sobre suas pesquisas e trabalhos para os alunos -prática comum na cultura acadêmica australiana. “Além das apresentações, nós também usamos vídeos para que os estudantes aprendam temas diferenciados”, indica a Coordenadora.

De acordo com a Assistente do Diretor de Estudos da Escola Rima Ibrahim, parte dos brasileiros que frequentam o curso têm certa dificuldade em matérias específicas do EAP. “Muitos consideram resumir, parafrasear autores e usar referências nas atividades de pesquisa e nas dissertações tarefa difícil”, afirma.

Mas as aulas não são apenas para a turma interessada em conseguir um diploma, não. Parte dos estudantes escolhem o curso por conta do desafio. “As aulas são mais difíceis do que as de General English“, comenta a Noden. “Temos muitos cursos voltados para testes – IELTS, Cambridge – que alguns alunos simplesmente não querem fazer no momento. Com o que aprendem no EAP, estão melhor preparados para qualquer outra atividade futura”, completa.

Mesmo com foco acadêmico, muitos profissionais que precisam aprender a escrever em inglês corretamente procuram as aulas. “Nós recebemos muitos jornalistas. Como a profissão exige domínio do idioma, muitos optam pelo EAP por ser um curso que foca muito na escrita”, completa.

Para Sofia, as aulas também serviram para desenvolver a habilidade de falar em público. “Meu maior desafio foi a apresentação oral, por ser tímida”, conta. Para a brasileira, vencer as dificuldades foi sinônimo de dedicação. “Treinei horas em frente ao espelho”, ri.

A superação trouxe benefícios no ambiente profissional. “Quando apresentei projetos na empresa que trabalho aqui na Austrália, me senti muito confiante. Devo isso ao curso e ao meu professor que me corrigiu nos mínimos detalhes”, conclui a estudante.

Para os interessados em frequentar as aulas, uma dica da estudante. “Estude e fale muito, mesmo que esteja errado. O professor está na sala para ajudar. Se jogue, faça a apresentação, treine, escreva. O inglês vem naturalmente, mas para isso precisamos estar abertos a aprender”, comenta.

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Para mais informações sobre cursos, ou se você tiver qualquer dúvida a respeito das escolas australianas, entre em contato conosco.

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